Joinville tem saldo positivo no desenvolvimento econômico em 2021

Publicada em 01/02/2022 às 17:51
Relacionado a: Secretaria de Planejamento Urbano e Desenvolvimento Sustentável - SEPUD

Joinville apresentou resultados positivos na economia, mesmo durante o segundo ano de pandemia. Os números mostram que mais empresas abriram do que fecharam, assim como mais pessoas foram contratadas do que demitidas. Os dados foram compilados pela Secretaria de Planejamento Urbano e Desenvolvimento Sustentável da Prefeitura de Joinville.

“Joinville se destaca como a maior economia da região Sul, fora as capitais. E, de longe, a maior economia de Santa Catarina, tanto na diversidade e na variedade, quanto no número de empresas, PIB e número de empregos”, afirma o secretário de Planejamento Urbano e Desenvolvimento Sustentável, Marcel Virmond Vieira.

Em 2021, Joinville teve saldo positivo entre as empresas que foram abertas e fechadas. Foram 17.421 novas empresas implantadas no município, enquanto outras 5.389 fecharam as portas. O ano encerrou com 95.336 empresas ativas em Joinville.

“O trabalho que vem sendo realizado é para que Joinville seja cada vez mais o melhor lugar para se empreender, investir e desenvolver negócios. Esse grande ecossistema empresarial, educacional, de serviços e logística que nós temos aqui, certamente é o responsável pelos números tão bem-sucedidos”, explica Marcel.

Quanto ao emprego, em 2021, Joinville também teve saldo positivo ao comparar vagas encerradas e abertas. Foram 146.256 admissões e 133.469 demissões, o que deixou o município com um saldo positivo de 12.787 vagas. Esses números são do Caged, Cadastro Geral de Empregados e Desempregados.

Em relação ao mercado externo, em 2021, Joinville ocupou a 52ª colocação no ranking nacional e 3ª no estado. A cidade registrou US$ 1 bilhão em exportações, um aumento de 28,2% comparado ao ano anterior. As importações somaram US$ 4,1 bilhões, e crescimento de 56%, a 7ª colocação no ranking nacional.

Quanto as importações, em 2021, os principais parceiros de Joinville foram China (37%), Chile (15%) e Argentina (8,2%), Colômbia (4,1%), México (3,4%), Coréia do Sul (3,3%) e Reino Unido (2,8%). O principal produto que Joinville importou foi cobre afinado e ligas de cobre em formas brutas, o que representou 15% do total de importações. Na sequência, o município importou automóveis (4,9%) e polímeros de cloreto de vinila (4,7%).

Já referente às exportações, os principais parceiros de Joinville são: Estados Unidos (27%), México (15%), Argentina (5,1%) e Alemanha (4,8%). Os principais produtos exportados são partes reconhecíveis como exclusiva ou principalmente destinada aos motores (37%), bombas de ar ou de vácuo, compressores de ar ou de outros gases e ventiladores (22%) e partes e acessórios de veículos automotores (6,9%).

“A prefeitura não só comemora os resultados, mas também vem ao longo desses últimos 12 meses fazendo contato direto com essas grandes empresas. Estamos elaborando, junto com o Programa Cidade Empreendedora, um novo plano de desenvolvimento econômico para Joinville”, afirma o secretário.

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas, IBGE, o Produto Interno Bruto (PIB) per capita de Joinville foi de R$ 58.476, maior que o de Santa Catarina (R$ 45.117) e do Brasil (R$ 35.161).

“Estamos fazendo todas as gestões junto com as entidades empresariais para que investimentos em redes de energia, subestações, infraestrutura logística, rodoviária, portuária na região sejam efetivados pelos governos estadual e federal e por parte da prefeitura também. Além de qualificar os serviços prestados de assistência, saúde e educação, a gente quer que Joinville seja a melhor cidade para fazer negócios, mas também um bom lugar para morar. A gente quer uma cidade para as empresas, mas que seja também uma cidade para as pessoas que são a verdadeira força dos diferentes segmentos econômicos”, conclui o secretário.

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