Secretaria da Saúde apoia ações da Semana do Sono em Joinville

Publicada em 12/03/2026 às 07:50
Relacionado a: Secretaria da Saúde - SES, Hospital Municipal São José - HMSJ, UBSF Ulysses Guimarães - SES.DSU.UBUG

Promovida de 13 a 19 de março em todo o país, a Semana do Sono também terá ações em Joinville para reforçar a importância de dormir bem para proporcionar qualidade de vida e saúde física, mental e social.

Com o tema “Durma bem, viva melhor”, a programação é promovida pela Academia Brasileira do Sono (Absono) e, no município, conta com ações em parceria com entidades, empresas e com a Prefeitura de Joinville, além de profissionais de saúde membros da academia.

“O objetivo da Semana do Sono é conscientizar a população de que dormir bem é mais do que descanso, também é prevenção”, enfatiza Renata Barbosa Hagemann, neurologista e coordenadora oficial da programação em Joinville pela Absono SC.

Na segunda-feira (16/3), às 18h, no Hospital Municipal São José, a enfermeira e especialista em qualidade do sono, Luisa Helena Jordan, conversa com pacientes e profissionais do hospital sobre como melhorar a qualidade do sono na rotina.

Já na quinta-feira (19/3), a partir das 8h, profissionais de saúde de Joinville realizam uma manhã especial de conscientização sobre a qualidade do sono na Vila da Saúde Ulysses Guimarães.

Além de orientações à população e distribuição de cartilhas educativas, a equipe promove a mesa redonda “Como melhorar a qualidade do sono nos dias atuais”, com a participação de profissionais de diversas áreas e especialistas em sono. A participação é aberta a toda a comunidade.

A Semana do Sono também contempla atividades em instituições de ensino e empresas. A programação completa está disponível no site do evento (semanadosono.absono.com.br).

Má qualidade do sono está associada a doenças e problemas no sistema imunológico

Um sono insuficiente ou de má qualidade pode impactar em vários aspectos da saúde, afetando o sistema imunológico, a concentração, o humor e a saúde mental, aumentando também o risco de doenças cardiovasculares e diabetes.

Segundo pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde em capitais do Brasil, 20,2% do público adulto dorme menos de seis horas por noite, tempo mínimo recomendado pela Organização Mundial da Saúde.

Para a neurologista e especialista em qualidade do sono, Renata Barbosa Hagemann, a necessidade de sono pode variar de pessoa para pessoa. O mais importante é se autoconhecer.

“A necessidade de sono de uma pessoa é individual, mas temos necessidades de sono diferentes ao longo da vida. O importante é que cada pessoa se conheça e respeite o seu corpo e seu limite”, destaca a médica.

A enfermeira Luisa Helena Jordan, também especialista em qualidade do sono, alerta para alguns sintomas que podem sinalizar que uma pessoa não está dormindo bem: sonolência durante o dia, alterações de humor ou de memória, dores de cabeça ao acordar, comportamentos anormais durante o sono (chutes, roncos, gritar), acompanhados ou não de ronco e apneia, podem indicar problemas.

“Um sono de má qualidade pode prejudicar a vida de uma pessoas em vários aspectos além da saúde física. Pode prejudicar sua vida social, trabalho e saúde mental. Por isso é importante investigar os sintomas”, explica. Nestes casos, a orientação é procurar atendimento médico.

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